segunda-feira, 18 de junho de 2012

Leigos abertos para uma sociedade aberta: a autonomia do laicato maiorene diante dos novos desafios da sociedade - uma reflexão de Aparecida pós-CELAM

O objetivo deste trabalho é apresentar uma reflexão que tem como base a Conferência de Aparecida, inaugurada pelo Papa Bento XVI em maio de 2007, no Brasil. Ao se destacar no título a indicação de Leigos Abertos nos incide obrigatoriamente a uma ação numa sociedade também aberta, pois ela se apresenta hoje de maneira plural, multicultural e multireligiosa. Esse fenômeno atinge a todos os setores da sociedade por apresentar múltiplas e desconcertantes leituras da realidade, que fazem com que o cristão atual se sinta um pouco estrangeiro dentro do mundo que habita. Tal contexto interpela os leigos naquilo que é específico de sua missão: o mundo secular.

(Publicado na Revista "Atualidade Teológica", da PUC-Rio, 2008, v. 30, p. 397-407)

Para continuar lendo este artigo, consultar o link abaixo:
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/18465/18465.PDFXXvmi=S7MPXmGhWnHst45hCb9TwzTv2A1FCZHu6tl5Q3mOr5iVandMAnG8XBE0bFFNEnjLSFQKJezbjS7tglhRKX0IAFILkoA0NUMGBEqkS1vdTEHb004LZ5tzKdk6DV7qQT7rxzMrAjFuXnHXnLJmQeVBrhH6dPw5JFxiekKPEpkCN3BcOlzFAvh3N092PH8AmGSB2EqG4MjSPV5FhFkSbDW0D62tOb4bRXMTCeBH2VBRRGwamS3xw1xb8BFWMK8EJVzl

Saudação

Olá amigos,

Uma boa semana a todos!

Sejam bem-vindos ao nosso blog!

Cesar Kuzma

Crer no mundo de hoje: Um estudo a partir do método de Joseph Ratzinger (Bento XVI) para explicar o “crer” em sua obra Introdução ao Cristianismo

O artigo que estamos apresentando neste trabalho de pesquisa procura acentuar a questão do “crer” para o mundo de hoje. Pretendemos demonstrar com isso a importância da fé para a teologia e o modo como a teologia dialoga com o mundo atual. Utilizamos para isso as reflexões apresentadas pelo teólogo Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI. O artigo está dividido em três partes: a primeira parte traz uma reflexão sobre o ser humano diante de Deus, colocando o dilema da dúvida e da fé; a segunda parte apresenta o caminho que pode ser feito da dúvida para a fé; por fim, a terceira parte nos mostra como é crer no mundo de hoje, levando em conta o que foi apresentado nas duas etapas anteriores. Temos consciência de que o artigo não é uma resposta final para o tema em questão, mas que aponta caminhos que podem ser observados pela teologia e pela fé cristã de um modo geral.

(Publicado em Pistis & Práxis, em 2010, v. 2. n. 2)

Para continuar lendo o artigo, use o link abaixo, clique em pdf para abrir o artigo completo:

A ESPERANÇA CRISTÃ NA “TEOLOGIA DA ESPERANÇA”: 45 anos de Teologia da Esperança de Jürgen Moltmann: sua história, seu caminho, sua esperança




Artigo de Cesar Kuzma - teólogo
(Publicado em Pistis & Práxis, em 2009, v. 1, n. 2)



Falar da esperança cristã na Teologia da Esperança é falar a partir de uma obra que surgiu em 1964 e que ainda hoje se mostra atual, apresentando-se com um caminhar próprio em cada lugar onde é apresentada. Ela foi também um ponto de partida para o movimento teológico, com o mesmo nome, que surgiu nos anos sessenta do século XX. Para Jürgen Moltmann esta obra – Teologia da Esperança – aparece como uma aventura sempre nova, disposta a trilhar novos caminhos e a abrir novos horizontes. Vejamos então o contexto em que surge esta obra e os seus principais fundamentos.


Para continuar lendo o artigo, use o link abaixo, clique em pdf.

http://www2.pucpr.br/reol/index.php/PISTIS?dd1=2723&dd99=view 

RECONCILIAR VIDA HUMANA, AMBIENTE E EVOLUÇÃO: uma perspectiva da teologia da criação

Um artigo de Lina Boff na Revista Pistis & Práxis da PUCPR:


Para ler o artigo completo, use o link abaixo, clique em pdf.

http://www2.pucpr.br/reol/index.php/PISTIS?dd1=2717&dd99=view





Livro: Cultura, Religião e Sociedade: um diálogo entre diferentes saberes




A cada dia a sociedade atual nos interpela à procura de novas respostas. Dentro deste contexto, que se mostra de maneira bastante plural, é imprescindível compreender e articular Cultura, Religião e Sociedade. Trata-se de um momento novo para a história humana, pois aquilo que culturalmente se apontava como distante, hoje está próximo. A religião do outro que antes era estranha, atualmente penetra em nossos lares. Com isso, toda a sociedade muda e necessita compreender-se dentro desta nova visão de mundo. Deste modo, é importante um diálogo entre diferentes saberes que venha resgatar as riquezas de uma história que foi construída pela humanidade e que ainda hoje continua fazendo o seu caminho.
Este livro foi construído para tentar responder algumas dessas questões, apresentando-se com um caráter didático que servirá como material de apoio a professores e alunos universitários. Os professores que concluíram esta obra trabalham essas questões no Eixo Humanístico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), na disciplina de Cultura Religiosa, portanto, partiram de uma experiência pessoal e acadêmica para a sua concretização. Como pano de fundo desta obra, nós acreditamos que a teologia pode percorrer caminhos em toda a universidade, sem perder, com isso, aquilo que lhe é próprio. Se assim fizer, ela será de grande ajuda na obtenção de respostas que favoreçam as relações humanas, que fortaleçam a dignidade humana, que propiciem um diálogo maduro entre as religiões e que possam responder questionamentos da sociedade, mostrando um sentido transcendente para a vida humana.
Quando estas questões são trabalhadas dentro do universo acadêmico, demonstram um compromisso de levar o conhecimento produzido para a comunidade, resgatando valores que esta produz, numa relação conjunta. Isto está fortalecido pela Declaração Gravissimum educationis (sobre a Educação Cristã), do Concílio Vaticano II (1962-1965). Diz o documento: “Deste modo o pensamento cristão estará universalmente presente de maneira pública e estável nos meios em que se promove a cultura, e as universidades católicas formarão pessoas intelectualmente capazes de assumir os mais altos encargos na sociedade e dar ao mundo o testemunho da fé” (GE 10). Temos claro que o conteúdo trabalhado vai ainda além do espaço oferecido pelas Universidades Católicas, mas abrange todas as instituições de ensino superior que desejam contribuir para um diálogo profícuo e aberto com a sociedade.
O livro Cultura, Religião e Sociedade: um diálogo entre diferentes saberes que aqui apresentamos tem o objetivo de situar o aluno dentro do Fenômeno Religioso e atender às questões éticas, sociais, culturais e religiosas correlacionadas. Para isso, foi dividido em três partes. A primeira apresenta os fundamentos da religião, define conceitos e apresenta a religião como parte integrante da história humana. Na segunda parte, são trabalhadas as tradições religiosas, na qual foi dada preferência para o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, religiões mais próximas da realidade atual, apresentando também aspectos das religiões orientais. Na terceira parte optou-se por valorizar a religião em diálogo, trazendo questões sobre a sociedade contemporânea, ciência, terrorismo e ética.
Desejamos que esta obra favoreça as discussões acadêmicas e fomente o debate em torno desta temática. Discutir estas questões é o principal objetivo.


Os Organizadores
Luiz Alexandre Solano Rossi
Cesar Kuzma


Para mais informações sobre o livro:



Fotos de lançamento:








Da esperança à Teologia da Esperança: Uma reflexão sobre o caminhar da esperança cristã em Jürgen Moltmann



 Artigo de Cesar Kuzma

(Publicado no Periódico "Caminhando", Faculdade de Teologia da UMESP, em 2008. v. 13, n. 02)
 
O presente artigo apresenta uma reflexão sobre o caminhar da esperança cristã em Jürgen Moltmann. Entendemos que, este caminho parte, primeiramente de uma experiência pessoal vivida por ele em um campo de concentração. Um ponto marcante e central é a questão de Auschwitz, que ele apresenta como a raiz de seus esforços teológicos. Temos aí a chave teológica para entendermos o que aconteceu com ele em Northon Camp, na Inglaterra e como passou a refletir sobre a esperança em sua vida e na teologia. Esta sua experiência vai aos poucos ganhando espaço e dando-lhe respostas, sendo assim capaz de direcioná-lo para um futuro, que até então, para ele, parecia incerto. Ao mesmo tempo em que sente na própria pele os efeitos da guerra e na medida em que toma conhecimento das atrocidades nazistas, solidariza-se também com aqueles, que assim como ele são vítimas. Num ambiente assim a esperança foi a sua companheira e o seu refúgio, foi o que o manteve vivo e, por esta razão e até hoje a sua companheira inseparável. 

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